Sinta-se um dentre os tantos girassóis pelo campo Sinta o Sol te aquecendo, te chamando e te norteando Sinta o vento soprando, te sacudindo e te movimentando Sinta a água a cair te refrescando e te regando Sinta a terra te sustentando e nutrindo Sinta-se pleno, reluzente...Seja girassol.
Passei 2 dias sem tirar cartinhas. Esses dois dias fiquei doentinha.
As vezes tenho a impressão de que vou morrer sufocada por causa da ignorância e falta de consciência alheia. É mole que nos dias atuais as pessoas aindem pensem em queimadas pra limpar terrenos e se livrar de folhas e galhos secos? Convenhamos, dentro de casa qualquer um pode fazer o que bem entender, mas a fumaça fica lá dentro da casa do sujeito? Não! A vizinhança toda inala!!
Rainha de Ouros de ponta cabeça...alerta!
Veio logo mandando a letra que nada tomou forma. Nem saiu do impulso de criação. Pudera, 2 dias de atraso... Mas ela foi bem clara... nada saiu do impulso de criação... AINDA!
Lá vou eu meninos e meninas... o trabalho continua! ;)
O Universo exatamente como é... nascimento, morte. Começos, fins, conclusões. Manifestações prestes a acontecer.
Há coisas que mesmo sendo previstas, lutamos contra ou nem lutamos, são inevitáveis.
O que parece o fim de tudo hoje, amanhã ou mais tarde pode ser visto como o recomeço de uma vida diferente. Como o despertar de um guerreiro que adormecia dentro de nós.
Essa lâmina tem sim sua tristeza por tudo que morre, por tudo que rompe, por tudo que deixa pra trás, pelo desapego, pela partida, pelo distanciamento, porque dizer adeus é sempre difícil. Mas ao mesmo tempo ela apresenta, ou melhor, presenteia com um UNIVERSO de possibilidades de renascimentos, de recomeços, de ganhos, de novos planos.
As vezes é assim. A onda vem, destrói o castelo pra gente refazer de um jeito novo. Derruba as estruturas, dobra as nossas pernas pra gente perceber que sim, tem jeito sim! A gente ainda não sabe qual, mas vai saber quando for tempo.
Essa lâmina não é só minha... estamos compartilhando mais isso, compartilhando tudo o que amigos compartilham, celebrando as dores e alegrias como todos celebram.
Pra ti meu amigo, o que digo, é que não estás sozinho... sempre terá a mim e todo Universo! Acredita do fundo do coração que tudo vai dar certo!
Eu esperei um tempo para escrever sobre a lunação. Tive algumas dúvidas, procurei algumas pessoas (né Lú?), porque aos invés de 3 cartas me saíram 4. E também esperei porque... não sei... exitei... foi tão legal que até duvidei! :P
Como é a primeira lunação que exponho, fui lá no Taroteando e copiei o formato da tiragem da Luciana Onofre. (Antecipadamente grata pelo suporte, flor querida!)
A primeira virada me deu Os Amantes.
A segunda virada me surpreendeu com 2 lâminas...sem querer puxei duas e vieram As Estrelas e embaixo dela o 7 de paus. A terceira virada me deu o 2 de paus.
Então meus amores, achei essa composição uma delícia!!
Os Amantes uma partida de compreensão maior sobre tudo, sobre a criação, sobre o espírito. A percepção do valor do eu. Uma compreensão com amor.
Um caminho a percorrer com As Estrelas, abençoado de inspiração, energia criativa, idéias criativas. De sabedoria sobre as palavras, sobre as ações, da energia de movimento somada ao toque de magia! Isso tudo junto com o 7 de paus da criatividade, inspiração , as artes (ou A ARTE), facilidade de traçar objetivos pela vitória. Um sinal verde que grita PROSSIGA!!
Na chegada um 2 de paus de idéias em movimento, ganhando força e expandindo-se com sabedoria.
Vamos ver o que isso tudo vai dar?!
Jinhos! :*
O Deck que eu uso é o que ganhei de presente de um amigo: Ellen Cannon Reed (O Tarô das Bruxas) e único que tenho, POR ENQUANTO!!!! rs
Pra começar a semana O ENFORCADO. Só me digam: por que chamam o cara de enforcado se o sujeito tá dependurado pelo pé!!!??????
Esse "enforcado" vem com ares de Odin da Mitologia Nórdica. Aquele carinha que por alguma razão ou circunstância (que não vem ao caso agora) ficou dependurado pelos pés a uma árvore sagrada por 12 dias consecutivos e, não sei se por transe ou em razão das privações e sofrimento (ou as duas coisas), despertou pra simbologia das runas.
O cara passou por uma pendenga valente, vamos combinar! Mas ainda tem mais! Foi lá e falou com um cara chamado Mimir, e trocou um olho pelo conhecimento. Que conhecimento? Estabelecer a comunicação entre os mundos sustentados pela Ygdrazyll através das Runas.
Vamos lá fazer analogias agora.
Suponhamos que esse sujeito seja eu dependurada pela perna levando uma sacudida! Depois de muito tempo me dou conta de que existem 2 mundos (pra ser boazinha e simplificar a história vamos ficar só com esses 2, ok!?)
Um mundo é do que é desejado, idealizado,planejado, mas que ainda não tomou forma. Outro mundo que dá forma, materializa, onde o planejado acontece!
Onde é que entra o conhecimento "comunicação" aí? Oras... a comunicação é ponte pra esses dois mundos!
Quem me conhece e conversou comigo nesses últimos tempo já ouviu minhas "pendêngas" e "lamúrias" sobre a vida. Reclamar que NADA acontecia de novo era comum. Até me dar conta de que NADA acontecia era mentira! Tudo acontecia! Todos os dias coisas aconteciam, acontecem e vão continuar acontecer o tempo todo! Mas eu não vejo, porque eu não tomo conhecimento!
Quantas vezes me perguntaram: _ O que é que você quer que aconteça na sua vida? - E eu respondia: _ Qualquer coisa!!
Mas qualquer coisa já acontece e nada me interessa!!!
Mas quando tenho idéias, planejo e dou forma ao que quero fica fácil fazer acontecer e perceber o concretizar dos meus desejos! E isso é ótimo!!! É de novo redescobrir o que eu gosto, o que me dá prazer, o que me faz feliz, o que eu quero pra mim e então começar a batalhar por isso!
Imagina que eu durmo e acordo querendo muito um bolo de chocolate. E esse bolo tá lá, no café da manhã, esperando por mim!? Porque eu quiz, peguei a receita, fui lá e fiz! :)
Me reencontrar, redescobrir o que quero, tomar as rédeas da minha vida e tocar os planos adiante. Vale a pena perder um olho, ficar pendurada de ponta cabeça, ficar sem comer, nem beber ... a vale... se vale!
"Tudo vale a pena se a alma não é pequena" já dizia Fernando Pessoa!
Essa música nunca fez tanto sentido como agora pra mim! :D
O saturno determinado a superar desafios e restrições que impessam o crescimento e expansão.
Uma Lua Cheia que reflete a luz daquilo que se esconde com toda a intensidade.
Pra finalizar, ela, misteriosa, envolvente, enebriante... A Lua.
Quando a Lua saiu, por volta de meio dia de hoje, eu confesso que não entendi a vinda dela. Nem fiz muito esforço pra isso. Só esperei o dia passar pra tentar encontrá-la. E foi por volta das 20:00 horas, numa conversa com uma amiga que compreendi.
Falávamos sobre o que as pessoas esperam de nós e o que esperamos delas. Especificamente os homens. Como são capazes de nos tratar como pedaços de carne a venda num balcão. Pergunto... não somos um pedaço de carne? Não somos atraentes e fazemos questão de ser? Não pensamos neles também da mesma forma?
O que quero dizer é que não há porque negar os desejos, os impulsos, as necessidades físicas do corpo! Somos animais! Racionais (tenho lá minhas dúvidas sobre isso), mas somos animais. Nunca deixamos de ser, apenas "evoluimos" (ou não), nos "civilizamos" (ou não).
O que nos diferencia das outras espécies é uma consciência de que esses instintos e impulsos existem para mim como existem para um semelhante meu ou para outra espécie qualquer. E essa consciência me obriga perceber o outro, olhar o outro como indivíduo que tem uma existência própria e uma personalidade peculiar. Ao menos deveria ser assim!
O que acontece, na prática cotidiana, é que eu sou capaz de aceitar meu companheiro, amigos, familiares, colegas de trabalho, enfim, todos que fazem parte da minha convivência. Mas só os aceito quando estão bem humorados, quando são educados, agradáveis, cordatos, quanto correspondem as minhas expectativas que são praticamente impossíveis de serem correspondidas? E eu... sou assim, tão civilizada, o tempo todo como exijo que sejam comigo? Ou sou mesmo cruel querendo que hajam comigo de um jeito que não corresponde ao que sou pra eles?
A Lua veio hoje me contar que eu preciso me ver bem de pertinho e saber quem eu sou pra depois dizer o que espero de você. E eu espero que você seja inteiro, verdadeiro e que conte comigo pra tudo: chorar, sorrir, desabafar, chutar o pau da barraca!
Eu vou ser pra você o que quero que você seja pra mim, sempre!
Aqui estou eu com duas meninas a duelar nas minhas orelhas.
Uma delas, meio solitária, sabe como quer que seja sua vida, sabe planejar, sabe estabelecer objetivos, metas, sabe quais são suas prioridades. É sensata, equilibrada. É exigente, organizada. Uma menina assim sempre se destaca e acaba chamando atenção de todo tipo de gente, mas seleciona pra conviver consigo somente aqueles em quem confia. Essa menina quer basicamente uma coisa da vida: quer as coisas simples e certas. Quer ver as coisas direitas, verdadeiras, fluindo dinâmicamente, com prazer e não mede esforços pra isso.
Mas há outra menina que é mesmo danada. Essa se deixa levar pelas influências externas de gente sem objetivos, sem prioridades. Tá sempre perdidas e confusa com aquilo que não faz diferença na sua vida. Sempre no meio de confusões, envolvida por gente que não vale a pena, que não contribui com nada de bom.
Essa menina danada sempre provoca aquela menina mais centrada alí de cima. E então a menina centrada se desequilibra, e, na tentativa de uma defesa própria acaba sempre se violentando duplamente: 1) Dando atenção a danada e permitindo que ela lhe distraia com futilidades e atrasando seu planejamento. 2) Nivelando-se a danada, cedendo a um conflito e fazendo coisas que não quer, na tentativa de fazer a danada compreender que há coisas que lhe desagradam.
O que concluir disso tudo? A rainha está pronta pra briga. Mas pelo que ela deve brigar? Pelos seus objetivos e planos para sua vida ou, para inutilmente, ter mais razão que a menina danada que lhe desvia do foco dos seus objetivos?
A minha rainha só quer brigar pelo amor simples, verdadeiro, certo e pelo que a faz feliz.
Ando aqui com as minhas folhas meio murchas, galhos secos... peço desculpas, antecipadamente, a todos os queridos que destinarem alguns minutos a ler esse espaço, pelo abandono... não se deixa uma página da vida em branco... e eu ... deixei algumas várias!
Plantinha regada, Sol brilhando... que gire o Girassol!
Inspirada no trabalho de algumas pessoas especiais, pessoas que nem imaginam a importância que tiveram para que a latência cedesse ao novo movimento, começo aqui um ciclo de reflexões, de aprendizagem.
Ganhei de presente, neste primeiro dia, um 8 de copas.
O 8 de copas veio e me convidou pra um encontro bem íntimo. Disse que tinha coisas pra me mostrar, pra me dizer... coisas que eu não podia perceber por estar envolvida demais com o que não merecia tanta atenção minha.
Questionou severamente: _ O que é que você tá esperando pra olhar aí pra dentro de você e se conhecer, menina?! Espera o que pra começar a se trabalhar...se estruturar... se postar confiante perante a vida que te espera?! Quem você espera que te ajude além de você mesma?! Espera o momento ideal?!!
Sem cermônias, seguiu dizendo: _ Você nunca esteve sozinha. Nunca esteve abandonada. Sempre estiveram flores a seu lado pra embelezar o seu dia, ventos a soprar palavras de ajuda e conforto, Sol a brilhar para iluminar o teu rosto... mas o teu olhar não percebia. Só você não via que a terra do teu chão é você quem rega, porque cada um tem um jeito próprio de se nutrir.
E foi assim... com essa conversa... com muitos sinais... que o meu dia foi um dia de 8 de copas.
Um grande encontro...que merece ser celebrado com outro Grande Encontro :)
Tesoura Do Desejo O Grande Encontro II Composição: Alceu Valença
Você atravessando aquela rua vestida de negro E eu te esperando em frente a um certo bar, Leblon Você se aproximando e eu morrendo de medo Ali, bem mesmo em frente a um certo bar, Leblon
Quando eu atravessava aquela rua, morria de medo De ver o teu sorriso e começar um velho sonho bom E o sonho fatalmente viraria um pesadelo Ali, bem mesmo em frente a um certo bar, Leblon
- Vamos entrar... - Não tenho tempo!
- O que é que houve? - O que é que há?
- O que é que houve, meu amor, você cortou os seus cabelos? - Foi a tesoura do desejo, desejo mesmo de mudar